Tal como o título e as fotos sugerem, hoje vou falar sobre Os Olhos do Dragão, escrito pelo mestre Stephen King. Como eu já sei que vocês gostam, toma aí a resenha e as características do livro:

Os Olhos Do DragãoPáginas: 440
Idioma: português
Editora: Ponto de Leitura
Em Delain, um reino muito distante, viviam o rei Roland e seus dois filhos, Peter e Thomas. Roland não era exatamente o que se esperava de um rei. Apesar de se esforçar para não prejudicar seu povo, não conseguia realizar grandes feitos. Enquanto teve a seu lado a rainha Sasha, as coisas ainda corriam bem. Sasha preocupava-se com os habitantes de Delain e dava conselhos decisivos a Roland. Sua bondade conquistou o povo, mas alimentou o ódio de um perigoso inimigo — Flagg, o feiticeiro do reino.
Um dia, de forma súbita e suspeita, a rainha morreu. Mas Flagg ainda não se dava por satisfeito. Tinha planos para dominar Delain e, para isso, precisava eliminar todos que estivessem em seu caminho. Para começar, era preciso livrar-se do tolo Roland, depois afastar o jovem Peter e levar ao trono o pequeno Thomas — que Flagg tinha a certeza de conseguir controlar.
Com a habilidade de sempre, Stephen King constrói um conto de fadas fascinante que envolve príncipes amaldiçoados e um feiticeiro demoníaco. Na batalha entre o bem e o mal, a vida de um reino repousa nas mãos de dois jovens, que terão de superar obstáculos para conquistar o direito à justiça e verão sua coragem ser duramente testada. Nesse jogo eletrizante de armações, manipulações e magia, apenas um lado sairá vencedor.






Estou oficialmente de volta à minha casinha, então agora voltarei a dar mais atenção pro blog, aê! :D
Bom, como eu já disse outras vezes, não curto muito resenhar/criticar filmes, pois não costumo assistir muitos e realmente não tenho base nenhuma para dizer o que está certo, errado, ou faltando no enredo, mas há uns dias atrás eu assisti o filme que dá nome a este post, e cara, estou com isso na cabeça até hoje, então curti a ideia de vir falar um pouco dele para você aqui.
Eu não o conhecia (foi recomendação da minha namorada, assisti com ela), não tinha absolutamente nenhuma ideia do que se tratava além de ter uma pequena relação com Battle Royale (livro resenhado aqui) pela utilização da regressão humana à selvageria em momentos de alta pressão, isso sem falar das cenas extremamente chocantes.
Haverão algumas imagens do filme durante o post, clique nelas para vê-las maiores! :)
Fazendo uma comparação, em Battle Royale o que mais costuma chocar as pessoas é a violência explícita e gratuita (tanto no filme quanto no livro, mas mais no livro), já em O Senhor das Moscas não - nele, o que te choca é crueza, a falta de objeção em mostrar a realidade humana livre de amarras sociais e construções sobre o que é ético ou moral, afinal, são crianças! E crianças realmente novas, nenhuma deve passar dos 13 anos, então elas ainda eram muito impulsivas. Algumas delas (poucas) já mostravam compreensão e capacidade de se organizar e buscar o bem do grupo, já as outras deixaram-se perder completamente pelo instinto selvagem.


Oi!!!!
Cê tá bem hoje? Espero que sim.

Hoje resenharei um dos meus livros favoritos de um dos meus escritores favoritos: Misery, do mestre Stephen King!
Só o fato dele ter menos de 400 páginas já o torna especial, pois quem conhece o King já tem noção dos tijolos que ele costuma escrever - seus livros de maior sucesso dificilmente são pequenos.
Mas então, lá vai a sinopse:


Paul Sheldon é um famoso escritor reconhecido pela série de best-sellers protagonizados por Misery Chastain. No dia em que termina de escrever um novo manuscrito, decide sair para comemorar, apesar da forte nevasca. Após derrapar e sofrer um grave acidente de carro, Paul é resgatado pela enfermeira aposentada Annie Wilkes, que surge em seu caminho.
A simpática senhora é também uma leitora voraz que se autointitula a fã número um do autor. No entanto, o desfecho do último livro com a personagem Misery desperta na enfermeira seu lado mais sádico e psicótico. Profundamente abalada, Annie o isola em um quarto e inicia uma série de torturas e ameaças, que só chegará ao fim quando ele reescrever a narrativa com o final que ela considera apropriado. Ferido e debilitado, Paul Sheldon terá que usar toda a criatividade para salvar a própria vida e, talvez, escapar deste pesadelo.



"Ratatatá"

     Acho que realmente sei que um livro é bom quando, ao final dele, fico com aquela agoniante sensação de desolamento, estupefata, incapaz de esboçar qualquer reação. É claro, como vou esboçar alguma reação se nenhuma das que conheço parecem ser dignas do tamanho sentimento que tenho? É assim que, após passar mais de 30 páginas em lágrimas ininterruptas, eu me senti com o final de Battle Royale. Terminei a leitura às 4h30 de uma madrugada, claramente muito após o horário que costumo dormir, mas eu simplesmente não conseguia parar até chegar ao fim.
     Pode parecer exagero, mas o desespero interno me tomou a ponto de deixar-me com o coração acelerado mesmo após o término. Já me senti assim com outras estórias, mas dá pra contar nos dedos de uma mão quando isso aconteceu com a leitura de apenas um livro - geralmente é ao fim de sagas. Mas é até compreensível, pois é um livro de 663 páginas e em mais de 600 a trama se passa no decorrer de apenas dois dias. Pois é, são seiscentas páginas para contar apenas dois dias. Livros menores que esse usam as páginas para contar o decorrer de anos, e ainda assim conseguem nos fazer apegar pelos personagens, imagina então quando se usa tantas páginas para tão poucos dias?
     E sabe o melhor? São seiscentas páginas contando sobre dois dias, mas a estória não torna-se enfadonha em absolutamente momento algum, e isso é fantástico.

     Enfim, deu para perceber como Battle Royale atingiu meus sentimentos, não é? Agora prometo que tentarei ser mais imparcial, mas não dou garantia de nada hahaha




     Essa será minha primeira postagem especial para alguma leitura da TAG, então acho que pode ser legal dar uma breve apresentada e explicar o que é para quem ainda não conhece.
     A TAG - Experiências Literárias é uma empresa que teve a grande ideia de criar algo parecido com um grupo do livro moderno, no qual a pessoa se associa e paga mensalmente, recebendo em troca um livro surpresa que sempre virá dentro de uma caixa muito bonitinha, junto com um marcador de livro personalizado; um presente que tenha relação com o livro (houve mês que os associados receberam até cachaça! haha); uma revista especial com diversas informações sobre o autor, o gênero e mais quaisquer outras coisas que possam ser interessantes e acrescentem na leitura, além de informações sobre o(a) curador(a) do mês.
"Curadora(a) do mês? O que diabos é isso????"
     Pois então, os livros que a TAG envia mensalmente aos seus associados não são escolhidos aleatoriamente, todo mês uma pessoa influente e/ou formadora de opinião será a responsável pela indicação, o que com certeza torna a parada bem mais interessante. Ler algo indicado com carinho é sempre mais enriquecedor do que um ler um livro qualquer.
     Todas as minhas postagens com resenhas dos livros da TAG acontecerão apenas após o dia 20 de cada mês, para garantir que, caso algum associado acompanhe o blog, não receba spoiler de qual livro é.



Agora, sobre o livro do mês!
     Ele foi escolhido por ninguém menos que Luis Fernando Veríssimo e chama-se O Seminarista, escrito por Rubem Fonseca, de 184 páginas.
     Segue o link da breve explanação sobre o curador e uma sinopse feita para os associados tentarem adivinhar qual era o livro: https://taglivros.com/indicacoes-passadas/luis-fernando-verissimo



     A leitura da vez é o clássico escrito por F. Scott Fitzgerald, chamado O grande Gatsby. A edição que eu li é da Penguin-companhia e possui 256 páginas.
     Sobre a edição, bom, ela é de baixíssima qualidade, é aquele tipo de livro que se tu não cuidar com carinho ele não vai durar nada, mas ao menos as páginas são amarelas! Aê! hahaha

     Bom, basicamente, o livro é narrado pelo personagem Nick, com tudo começando de verdade a partir do momento em que ele aluga uma casinha em um bairro muito rico. Lá ele conhece o Sr. Gatsby, que é quem, claramente, dá nome ao livro.
     É um romance trágico que se passa na década de 20, seguindo a linha do famigerado sonho americano que vemos até hoje em filmes: pessoas exageradamente ricas, festas exageradamente extravagantes, pessoas exageradamente felizes, romances exageradamente românticos, e é interessante como o narrador-personagem se mostra perdido em todos esses exageros, já que ele não faz parte dessa classe endinheirada que vive em uma bolha e enxerga o mundo cheio de ornamentos com forma de dólares.


Para aumentar as imagens é só clicar em cima.


"Mas Tisa, nossa! Você vai escrever todo dia?????????"
Não, caro(a) amiguinho(a). Como eu disse anteriormente, mensalmente eu escreverei cerca de três posts, geralmente com uma semana de intervalo, ou talvez até mais. Tudo vai depender da minha disposição e da velocidade das minhas leituras. Porém, entretanto, todavia... Por enquanto, sim, o meu blogzinho lindo terá magníficos quatro dias seguidos!


Agora vamos ao que interessa.


Como os bons observadores já perceberam, o livro da vez é, na verdade, uma graphic novel (ou HQ, ou quadrinhos, como preferir), e é intitulado de Coraline. Escrito pelo Neil Gaiman, porém, adaptado e ilustrado por um moço chamado P. Craig Russel. A HQ é desenvolvida em 186 páginas.
A impressão-pessoal/resenha/maçã de hoje será dividida em dois tópicos: 1. não curti e 2. curti, e como eu sou o tipo de pessoa que prefere o "morde e assopra", ao invés do "assopra e morde", começarei mordendo.




Sei nem se esse livro pode ser classificado como parte do desafio de janeiro (que seria a leitura de algum livro de fantasia) pois eu já estava lendo ele desde dezembro (além de já tê-lo lido em outra ocasião, e releituras não valem), então logo mais virá a resenha de Coraline, do Neil Gaiman, com a maior intenção de todas de tampar buraco hahah
Enfim!!!!!!!!!!!!
Essa é a primeira real tentativa de resenha sem compromisso que faço, todas as anteriores eram voltadas ao meio acadêmico, sempre resenhando apenas artigos e textos científicos - ou seja, nenhuma novidade para quem faz faculdade. A diferença? Bom, eu sinceramente não sei te dizer se existem diferenças nas "regras" para resenhar esses dois diferentes tipos de leitura, mas eu não tô nem um pouco afim de seguir regras nas minhas resenhas (?) daqui, então se você quiser chamar apenas de "impressões pessoais sobre a leitura", sinta-se à vontade, pois eu chamarei de resenha, ou talvez de textinho, ou até de maçã se me der vontade.
Ah, as fotos acima são da edição que li. Ela tem 956 páginas e eu a comprei em um sebo online britânico. Foi bem baratinho (lembro que foi barato, mas não lembro o preço exato, desculpa) e a qualidade do livro é tranquila, não tem folhas soltando e nem nada rasgado, apesar de estar bastante desgastado, o que quer dizer que o dono anterior provavelmente fez bom proveito da leitura. Acho que agora seria o momento em que eu deveria passar o link do site em que a compra foi feita, mas não farei isso por motivos de: foi uma bosta, demorou meeeeeeeses pra chegar, eu já estava totalmente sem esperanças até que um dia o carteiro bateu na minha porta. Eu nem acreditei, achei que ele estivesse na casa errada. Ainda bem que não estava.
Se você quer comprar algum livro em inglês (ou em português, ou sei lá, no idioma que preferir) no sebo e tem preguiça (como eu) de sair procurando de loja em loja, recomendo a Estante Virtual. Ok que geralmente o preço do envio é meio salgado, senão mais caro do que o próprio livro, mas pensa que você gastaria praticamente o mesmo pagando o ônibus/metrô, a diferença é que tu não terá sol quente na cabeça e nem chegará em casa fedendo a suor (isso se você morar no RJ como eu, não sei como é o dia-a-dia em lugares que o sol não te torra).

Então vamos à maçã de Harry Potter and the Order of the Phoenix, escrito pela lindona J. K. Rowling.