Oi gente!
Eu ando meio sumida daqui, eu sei. Tenho conseguido manter a rotina de postagens, mas responder comentários e acompanhar os outros blogs tem sido uma tarefa quase impossível para mim. O motivo disso? Monografia. Eu ainda estou escrevendo apenas o meu projeto, e ainda assim isso já tá comendo a minha vida, não tenho tido tempo para mais nada, então me perdoem pela displicência. :( Eu prometo, de dedinho, que quando as coisas acalmarem eu volto a dar atenção para todo mundo! <3
E ainda tenho que continuar a fazer o parâmetro dos blogs amaldiçoados, pois a corrente já cresceu tanto (aê!!! <3) que eu estou perdendo a linha hahahah
Então, quando eu voltar a ter tempo, já tenho dois compromissos: me atualizar em relação aos blogs que acompanho e listar os blogs amaldiçoados.

Enfim, vamos ao post de hoje.
Dando continuidade ao projeto Fantasmas do Século XX (que para quem ainda não sabe do que se trata, clica AQUI), hoje postarei outro dos meus contos favoritos: A Máscara do meu Pai. Preciso admitir que eu não sou capaz de construir uma sinopse legal do conto sem dar spoilers, mas posso dizer que ele é muito doido hahaha
Se eu tivesse que comparar com algo, diria que é meio que um Alice no País das Maravilhas, só que na versão macabra.
Entretanto, meu amigo do blog Leitor Noturno escreveu um resumo bem legal, dá uma lida aí:

Jack viaja com seus pais para um chalé que pertencia ao seu avô, que havia falecido recentemente, afim de vender alguns objetos que receberam de herança. Chegando lá ele se depara com uma casa antiga em que todos os espelhos estão cobertos e várias máscaras estão em todos os lugares. Por mais que o menino já esteja com 13 anos, sua mãe diz a ele que deve usar a máscara para se proteger das pessoas-carta-de-baralho que o seguiam (cá entre nós, ela é um pouco pirada). O conto possui um horror infantil, surreal, uma mistura das fantasias vividas nos sonhos. É um conto a lá Neil Gaiman.

Bom, agora vamos, efetivamente, ao conto, que é o que mais interessa aqui, né? :)
Diz abaixo aí o que você achou, pois ele não é drama como o anterior que foi postado, esse realmente já tem uma pegada um pouco pesada em relação ao terror (mas não muito, não precisa se cagar antes de começar hahah).




A MÁSCARA DO MEU PAI

No caminho de carro até Big Cat Lake, jogamos um jogo. foi ideia da minha mãe. O sol já estava se pondo quando chegamos à estrada estadual, e não havia mais nenhuma luz no céu a não ser uma mancha fria e pálida a oeste no momento em que ela me disse que havia alguém atrás de mim.
— São pessoas em forma de cartas de baralho — disse ela. — Reis e rainhas. Tão finas que são capazes de passar por debaixo das portas. Elas virão da direção do lago, procurando pela gente. Tentando pegar a gente. Sempre que aparecer alguém vindo da outra direção, você precisa se esconder. A gente não tem como proteger você... não aqui na estrada. Rápido, abaixe-se. Lá vem uma delas.





Hoje, finalmente, vai sair a resenha desse livro que, quem me conhece (ou ao menos acompanha aqui), sabe que eu demoreeeeeei para terminar de ler. Demorei pra caralho, mesmo, hahahah
Antes de começar a minha pseudo-resenha, vamos à apresentação do skoob, certo?

Novembro de 63
Veja também no Skoob.

A vida pode mudar num instante, e dar uma guinada extraordinária. É o que acontece com Jake Epping, um professor de inglês de uma cidade do Maine. Enquanto corrigia as redações dos seus alunos do supletivo, Jake se depara com um texto brutal e fascinante, escrito pelo faxineiro Harry Dunning. Cinquenta anos atrás, Harry sobreviveu à noite em que seu pai massacrou toda a família com uma marreta. Jake fica em choque... mas um segredo ainda mais bizarro surge quando Al, dono da lanchonete da cidade, recruta Jake para assumir a missão que se tornou sua obsessão: deter o assassinato de John Kennedy. Al mostra a Jake como isso pode ser possível: entrando por um portal na despensa da lanchonete, assim chegando ao ano de 1958, o tempo de Eisenhower e Elvis, carrões vermelhos, meias soquete e fumaça de cigarro.
Após interferir no massacre da família Dunning, Jake inicia uma nova vida na calorosa cidadezinha de Jodie, no Texas. Mas todas as curvas dessa estrada levam ao solitário e problemático Lee Harvey Oswald. O curso da história está prestes a ser desviado... com consequências imprevisíveis.
Em Novembro de 63, livro inédito de Stephen King, a viagem no tempo nunca foi tão plausível... e aterrorizante.


Hoje tô aqui para apresentar uma proposta diferente: os contos do livro Fantasmas do Século XX, escrito por Joe Hill.

Quem me conhece, ou ao menos se deu ao trabalho de ler o "sobre mim" ali do ladinho, já sabe que o cara é um dos meus escritores favoritos, e esse livro foi o primeiro contato que eu tive com ele. O li quando tinha uns 14/15 anos e, até hoje, alguns dos contos continuam na minha mente, então a minha ideia é postar alguns deles aqui para quem se interessar em conhecer o livro/o autor.

O de hoje chama-se Pop Art, que é, definitivamente, o MELHOR conto  no qual já parei meus olhos. Conheço a estória de cabo a rabo, já a li por inteira diversas vezes e me emocionei em todas.

"Mas Tisa, sobre o que é Pop Art?"
Então, é uma estória realmente encantadora sobre um menino-balão. Literalmente. Ele é feito de plástico e cheio de ar. Mas não se deixe levar por essa característica em particular, ela é só um complemento ao drama extremamente comovente que virá pela frente. É o tipo de conto que te faz refletir.

"Mas Tisa, isso é impossível!!!!"
É claro, nessa nossa realidade limitada realmente é impossível, mas a trama não foca muito nessa doença do menino. Ao meu ver, tal característica serve mais de metáfora, pois é uma estória extremamente dramática, tanto que se tu não estiver chorando ao final dela provavelmente é algum tipo de psicopata.

"Eu não gosto de terror :( Tenho medo :( Não vou ler :("
Pode ler sem problema algum, amiguinha(o). Juro que não tem fantasmas nem nada sobrenatural que vá te fazer ter pesadelos com monstros e acordar suando frio. Eu considero a estória como um terror psicológico, pois ela realmente mexeu profundamente comigo (ou seja, me deixou na bad), mas para ser bem sincera contigo: não me aterrorizou, então pode ser considerada só drama mesmo, se preferir.

Não é um conto curtinho, mas também não é longo demais, dá para você ler em alguns minutos.
Ah, também é legal saber que existe um curta inspirado nesse conto, e eu vou disponibilizar ele para ti bem no final desse post, ou seja: se estiver com preguiça de ler o conto, mas ainda assim quiser assistir o curta, é só deslizar a barra de rolagem até o final do post. Serão dois vídeos que, juntos, somam cerca de 16 minutos, o áudio é em inglês e as legendas em espanhol, mas não precisa se preocupar não pois dá para entender tudo direitinho.

Vamos lá então!




Antes de tudo: leia o post até o final, haverá sorteio de NOVE livros! ;)
É com muito prazer que hoje, 8 de março, no dia internacional de mulher, eu e as meninas dos blogs Lua Literária e Psychoteca damos início ao projeto DamnedGirls! AÊ!
Imagino tu chegando aqui no blog, vendo esse banner super bizarro no topo do post e se perguntando "mas que diabos é isso?". Aposto que acertei.
Então vou explicar que diabos é isso.
Há uns dias atrás, no post retrasado, eu joguei um verde (e inclusive dei spoiler haha) sobre o projeto, então quem leu já deve ter uma ideia do que se trata. Caso tu não tenha lido, vou fazer um resumo pra ti: DamnedGirls é um projeto organizado por mulheres (eu, a Bia do Lua Literária e a Gabi do Psychoteca) para falar sobre........ tananãaa............ Mulheres!
Basicamente, será uma sucessão de posts visando promover o espaço feminino dentro da mídia (livros, filmes, seriados, etc), só que com um foco todo especial para conteúdos assustadores e fantasiosos (acho que pelo banner isso já tinha ficado subtendido, né? rs). O motivo? Bom, eu acredito ser bem óbvio, mas caso não seja, é só você listar todos os autores de livros de terror/suspense que já leu e, ao lado, as autoras dos mesmos gêneros. Veja quem ganha, e em disparada ainda.
Queremos quebrar esse preconceito que existe com mulheres que escrevam livros ditos como subversivos, e também o das leitoras que acreditam que, por ser mulher, devem ler apenas chick-lits (não tenho nenhum problema com chick-lit, não me bata!!!), sendo que nem ao menos se arriscam nesse outro mundo, como se ele fosse exclusivo para os homens (afinal, só homens são corajosos, né? rs [ironia]).
Aliás, acho que é importante dizer também que não falaremos apenaaaas de terror/suspense/fantasia, é claro. O projeto englobará todas e quaisquer coisas que tenham relação com emponderamento feminino, principalmente nacional!

Nesse mês de março, para comemorar o início do projeto e homenagear essa mulherada linda, lançaremos posts semanalmente, provavelmente nas segundas. Conforme eles forem ao ar, estarão linkados aqui:

A Figura Feminina na Ficção
Personagens que Quebram Esteriótipos
 Mulheres na Literatura

Como foi dito anteriormente, o DamnedGirls buscará dar prioridade às nossas criadoras de conteúdo nacionais, então nada mais justo do que apresentar a vocês as mulheres que tiveram a boa vontade de nos ceder livros para o sorteio que virá ao final do post!
Com vocês, as nossas escritoras:


EAI GALERA
Nessa primeira postagem do mês das mulheres eu tenho algumas paradas super legais para te contar, além da resenha de um livro que recebi de parceria uma das mais novas (literalmente) autoras desse nosso Brasil lindo!

Antes de tudo, a primeira novidade é: ce já percebeu que agora o Mago e Vidro tem domínio próprio? Não???? DÁ UMA OLHADA AÍ NA BARRA ENTÃO, CARA. Eu tô super feliz, então fique feliz comigo também! hahahah
Me deu uma super dor de cabeça conseguir, pois a empresa que contratei para a hospedagem me enrolou pra caralho, mas foi, a criança nasceu.
Tu deve estar pensando "mas Tisa, é só um domínio, para de show, quase todo blog tem isso", mas é que, para mim, isso é a concretização de que estou realmente curtindo escrever aqui, e que as chances de abandonar já são quase nulas - afinal, se eu fosse abandonar o site, não iria pagar por um domínio próprio, né, rs.
Ok, essa foi a primeira comemoração do dia, agora vamos à segunda: eu e as meninas dos blogs Lua Literária e Psychoteca estamos desenvolvendo um projeto em homenagem aos melhores seres que existem no universo, consegue adivinhar quais são? Se tu pensou mulheres, acertou em cheio. Se não, deveria repensar suas ideias em relação à vida (brinks)(ou não).
O projeto consistirá, basicamente, em empoderar e dar espaço à voz feminina nesse mundo midiático historicamente dominado por homens, e nada mais justo do que dar a largada à essa nossa ideia no mês das mulheres.
Me diz aí: quantas autoras você já leu? Tu tem alguma preferida, ou, deixa eu adivinhar... São todos homens?
E outra: você conhece quantas autoras de renome que escrevem terror e suspense? Hmmm.
Enfim, não darei spoilers, mas fica aí o gostinho do que virá pela frente. E rumo ao empoderamento feminino!
(spoiler que disse que não daria mas já tô dando: VAI TER SORTEIOOO!)

Ah, e o livro de hoje é o primeiro que cumprirá o Desafio Skoob 2016 de março, que consiste em ler um livro escrito por mulher. Espero trazer outros ao longo do mês. :)

Agora que já falei brevemente das novidade, vamos à parte principal do post: Luana Angioletti e o seu livro Olhos de Prata!






Estou oficialmente de volta à minha casinha, então agora voltarei a dar mais atenção pro blog, aê! :D
Bom, como eu já disse outras vezes, não curto muito resenhar/criticar filmes, pois não costumo assistir muitos e realmente não tenho base nenhuma para dizer o que está certo, errado, ou faltando no enredo, mas há uns dias atrás eu assisti o filme que dá nome a este post, e cara, estou com isso na cabeça até hoje, então curti a ideia de vir falar um pouco dele para você aqui.
Eu não o conhecia (foi recomendação da minha namorada, assisti com ela), não tinha absolutamente nenhuma ideia do que se tratava além de ter uma pequena relação com Battle Royale (livro resenhado aqui) pela utilização da regressão humana à selvageria em momentos de alta pressão, isso sem falar das cenas extremamente chocantes.
Haverão algumas imagens do filme durante o post, clique nelas para vê-las maiores! :)
Fazendo uma comparação, em Battle Royale o que mais costuma chocar as pessoas é a violência explícita e gratuita (tanto no filme quanto no livro, mas mais no livro), já em O Senhor das Moscas não - nele, o que te choca é crueza, a falta de objeção em mostrar a realidade humana livre de amarras sociais e construções sobre o que é ético ou moral, afinal, são crianças! E crianças realmente novas, nenhuma deve passar dos 13 anos, então elas ainda eram muito impulsivas. Algumas delas (poucas) já mostravam compreensão e capacidade de se organizar e buscar o bem do grupo, já as outras deixaram-se perder completamente pelo instinto selvagem.


Oi!!!!
Cê tá bem hoje? Espero que sim.

Hoje resenharei um dos meus livros favoritos de um dos meus escritores favoritos: Misery, do mestre Stephen King!
Só o fato dele ter menos de 400 páginas já o torna especial, pois quem conhece o King já tem noção dos tijolos que ele costuma escrever - seus livros de maior sucesso dificilmente são pequenos.
Mas então, lá vai a sinopse:


Paul Sheldon é um famoso escritor reconhecido pela série de best-sellers protagonizados por Misery Chastain. No dia em que termina de escrever um novo manuscrito, decide sair para comemorar, apesar da forte nevasca. Após derrapar e sofrer um grave acidente de carro, Paul é resgatado pela enfermeira aposentada Annie Wilkes, que surge em seu caminho.
A simpática senhora é também uma leitora voraz que se autointitula a fã número um do autor. No entanto, o desfecho do último livro com a personagem Misery desperta na enfermeira seu lado mais sádico e psicótico. Profundamente abalada, Annie o isola em um quarto e inicia uma série de torturas e ameaças, que só chegará ao fim quando ele reescrever a narrativa com o final que ela considera apropriado. Ferido e debilitado, Paul Sheldon terá que usar toda a criatividade para salvar a própria vida e, talvez, escapar deste pesadelo.




No decorrer do mês de janeiro eu decidi que já estava na hora de começar a minha coleção da Darkside, e não apenas pelos livros serem lindos, mas por que eles realmente só publicam livros que me interessam, hahaha
Então, eu comprei dois livros (A menina Submersa e Os Goonies) e o outro eu troquei no skoob (O Demonologista), e esse último só chegou ontem, então já deu pra tirar foto pro post, aê! hahaha
Para quem não conhece os livros, vou dar uma breve apresentação de cada um, e mostrar os detalhes mais legais de cada edição.



"Ratatatá"

     Acho que realmente sei que um livro é bom quando, ao final dele, fico com aquela agoniante sensação de desolamento, estupefata, incapaz de esboçar qualquer reação. É claro, como vou esboçar alguma reação se nenhuma das que conheço parecem ser dignas do tamanho sentimento que tenho? É assim que, após passar mais de 30 páginas em lágrimas ininterruptas, eu me senti com o final de Battle Royale. Terminei a leitura às 4h30 de uma madrugada, claramente muito após o horário que costumo dormir, mas eu simplesmente não conseguia parar até chegar ao fim.
     Pode parecer exagero, mas o desespero interno me tomou a ponto de deixar-me com o coração acelerado mesmo após o término. Já me senti assim com outras estórias, mas dá pra contar nos dedos de uma mão quando isso aconteceu com a leitura de apenas um livro - geralmente é ao fim de sagas. Mas é até compreensível, pois é um livro de 663 páginas e em mais de 600 a trama se passa no decorrer de apenas dois dias. Pois é, são seiscentas páginas para contar apenas dois dias. Livros menores que esse usam as páginas para contar o decorrer de anos, e ainda assim conseguem nos fazer apegar pelos personagens, imagina então quando se usa tantas páginas para tão poucos dias?
     E sabe o melhor? São seiscentas páginas contando sobre dois dias, mas a estória não torna-se enfadonha em absolutamente momento algum, e isso é fantástico.

     Enfim, deu para perceber como Battle Royale atingiu meus sentimentos, não é? Agora prometo que tentarei ser mais imparcial, mas não dou garantia de nada hahaha




     Essa será minha primeira postagem especial para alguma leitura da TAG, então acho que pode ser legal dar uma breve apresentada e explicar o que é para quem ainda não conhece.
     A TAG - Experiências Literárias é uma empresa que teve a grande ideia de criar algo parecido com um grupo do livro moderno, no qual a pessoa se associa e paga mensalmente, recebendo em troca um livro surpresa que sempre virá dentro de uma caixa muito bonitinha, junto com um marcador de livro personalizado; um presente que tenha relação com o livro (houve mês que os associados receberam até cachaça! haha); uma revista especial com diversas informações sobre o autor, o gênero e mais quaisquer outras coisas que possam ser interessantes e acrescentem na leitura, além de informações sobre o(a) curador(a) do mês.
"Curadora(a) do mês? O que diabos é isso????"
     Pois então, os livros que a TAG envia mensalmente aos seus associados não são escolhidos aleatoriamente, todo mês uma pessoa influente e/ou formadora de opinião será a responsável pela indicação, o que com certeza torna a parada bem mais interessante. Ler algo indicado com carinho é sempre mais enriquecedor do que um ler um livro qualquer.
     Todas as minhas postagens com resenhas dos livros da TAG acontecerão apenas após o dia 20 de cada mês, para garantir que, caso algum associado acompanhe o blog, não receba spoiler de qual livro é.



Agora, sobre o livro do mês!
     Ele foi escolhido por ninguém menos que Luis Fernando Veríssimo e chama-se O Seminarista, escrito por Rubem Fonseca, de 184 páginas.
     Segue o link da breve explanação sobre o curador e uma sinopse feita para os associados tentarem adivinhar qual era o livro: https://taglivros.com/indicacoes-passadas/luis-fernando-verissimo